No dia 10 de março de 2019, o voo 302 da Ethiopian Airlines partiu de Adis Abeba, capital da Etiópia, em direção a Nairóbi, Quênia. Apenas seis minutos após a decolagem, a aeronave, um Boeing 737 Max 8, caiu em um terreno a cerca de 60 quilômetros a sudeste de Adis Abeba. Infelizmente, todas as 157 pessoas a bordo, incluindo 149 passageiros e 8 tripulantes, morreram no acidente.

A Ethiopian Airlines é considerada uma das companhias aéreas mais seguras da África e a aeronave envolvida, o Boeing 737 Max 8, era um produto relativamente novo e altamente avançado da Boeing, de modo que o acidente deixou a comunidade internacional chocada. Logo após o acidente, as autoridades de vários países suspenderam todas as operações do Boeing 737 Max 8.

Imediatamente após o acidente, as autoridades etíopes começaram uma investigação aprofundada para determinar a causa do acidente. Mais tarde, a Agência Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) e a Boeing também iniciaram investigações. A morte de todos os passageiros e tripulantes é uma tragédia e todas as partes envolvidas estão comprometidas em descobrir as causas e prevenir futuros acidentes.

As investigações realizadas até agora indicam que o acidente foi provavelmente causado por falha técnica, possivelmente relacionada ao sistema de controle automático do avião, projetado para evitar que a aeronave entre em estol (quando a asa fica sem sustentação). Há indicações de que o sistema pode ter sido ativado indevidamente e derrubado a aeronave.

As consequências do acidente foram profundas e trágicas. As 157 vítimas vieram de pelo menos 35 países diferentes, incluindo Canadá, Quênia, Etiópia, China e Estados Unidos. Vários países declararam dias de luto nacional em homenagem às vítimas.

Embora ainda haja muitas questões a serem resolvidas em relação a este acidente trágico, os esforços de investigação em andamento estão nos levando cada vez mais perto de descobrir as causas. Esperamos que, ao entender o que deu errado, possamos evitar futuras tragédias aéreas e garantir que a segurança permaneça a prioridade número um na indústria de aviação.